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	<description>Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis</description>
	<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:27:47 +0000</pubDate>
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		<title>ADL e PCR: impasse e falta de respostas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:27:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Boletim]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://sinergia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/duvidas2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3349" style="border: 0pt none; margin: 4px;" title="duvidas2" src="http://sinergia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/duvidas2-300x218.jpg" alt="" width="180" height="131" align="left" /></a>Na semana de 23 a 27 de agosto, os sindicatos integrantes da Intersul realizaram assembléias para discutir um indicativo de proposta sobre o ADL, dado o impasse que se estabeleceu nas tentativas de negociação sobre essa questão com a Eletrosul. O indicativo era uma alternativa à proposta que vinha sendo discutida com a Empresa nas duas últimas campanhas de data-base (pauta de reivindicações) e nas discussões sobre o PCR da Eletrobras.

Conforme divulgado no Linha Viva n.1049 e no Boletim da Intersul, a maioria das assembléias aprovou a nova proposta a ser negociada com a Eletrosul. Nesse sentido, cabe esclarecer que apesar da assembléia do Sinergia (Sede, Sertão e Biguaçu) ter rejeitado o indicativo de proposta, respeitamos a decisão da maioria das assembléias, como é o procedimento usual nos processos de decisão da categoria. Abaixo, segue o resultado das assembléias em toda a área de abrangência da Eletrosul (5 aprovaram, 3 rejeitaram, 1 empatou).

Cabe destacar que os sindicatos da Intersul vem buscando e insistindo há muito tempo com a empresa para resolver a questão do ADL e promovido atos com a categoria. A Eletrosul, de sua parte, não quis negociar durante todo esse tempo. Mesmo agora, diante de todas as pressões e prazos exíguos para discussão e deliberação sobre o PCR, ainda não apresentou uma contraproposta aos sindicatos.

Esse momento é bastante delicado para os trabalhadores e as questões e pressões colocadas pela empresa (PCR, ADL, Antiguidade) precisam ser avaliadas com tranqüilidade. Agora não é hora de divisão, mas de fortalecimento da categoria para enfrentar a situação e construir coletivamente saídas para os problemas criados pela diretoria da Eletrosul. É necessário o debate nos locais de trabalho, apresentação das respostas e propostas por parte da empresa, esclarecimento de todas as dúvidas dos trabalhadores. Um PCR que é apresentado como uma ferramenta de motivação e gestão de pessoas não pode ser instrumento de pressão, frustração e decepções no momento de sua implantação.

Fica atento para os informativos do Sindicato e converse com os dirigentes no seu local de trabalho. Envie suas sugestões, críticas e dúvidas: contato@sinergia.org.br

<strong>Resultado das Assembléias: nova proposta para o ADL</strong>
Senergisul (RS)   -  Aprovou
Sintresc (SC)   -  Aprovou
Sinergia (SC)   -  Rejeitou
Stieel (SC)   -  Aprovou
Sintevi(SC)   -  Aprovou
Sindinorte (SC)   -  Empate
Sindenel (PR)   -  Rejeitou
Sindel (PR)   -  Rejeitou
Sinergia (MS)   -  Aprovou]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sinergia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/duvidas2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3349" style="border: 0pt none; margin: 4px;" title="duvidas2" src="http://sinergia.org.br/wp-content/uploads/2010/09/duvidas2-300x218.jpg" alt="" width="180" height="131" align="left" /></a>Na semana de 23 a 27 de agosto, os sindicatos integrantes da Intersul realizaram assembléias para discutir um indicativo de proposta sobre o ADL, dado o impasse que se estabeleceu nas tentativas de negociação sobre essa questão com a Eletrosul. O indicativo era uma alternativa à proposta que vinha sendo discutida com a Empresa nas duas últimas campanhas de data-base (pauta de reivindicações) e nas discussões sobre o PCR da Eletrobras.</p>
<p>Conforme divulgado no Linha Viva n.1049 e no Boletim da Intersul, a maioria das assembléias aprovou a nova proposta a ser negociada com a Eletrosul. Nesse sentido, cabe esclarecer que apesar da assembléia do Sinergia (Sede, Sertão e Biguaçu) ter rejeitado o indicativo de proposta, respeitamos a decisão da maioria das assembléias, como é o procedimento usual nos processos de decisão da categoria. Abaixo, segue o resultado das assembléias em toda a área de abrangência da Eletrosul (5 aprovaram, 3 rejeitaram, 1 empatou).</p>
<p>Cabe destacar que os sindicatos da Intersul vem buscando e insistindo há muito tempo com a empresa para resolver a questão do ADL e promovido atos com a categoria. A Eletrosul, de sua parte, não quis negociar durante todo esse tempo. Mesmo agora, diante de todas as pressões e prazos exíguos para discussão e deliberação sobre o PCR, ainda não apresentou uma contraproposta aos sindicatos.</p>
<p>Esse momento é bastante delicado para os trabalhadores e as questões e pressões colocadas pela empresa (PCR, ADL, Antiguidade) precisam ser avaliadas com tranqüilidade. Agora não é hora de divisão, mas de fortalecimento da categoria para enfrentar a situação e construir coletivamente saídas para os problemas criados pela diretoria da Eletrosul. É necessário o debate nos locais de trabalho, apresentação das respostas e propostas por parte da empresa, esclarecimento de todas as dúvidas dos trabalhadores. Um PCR que é apresentado como uma ferramenta de motivação e gestão de pessoas não pode ser instrumento de pressão, frustração e decepções no momento de sua implantação.</p>
<p>Fica atento para os informativos do Sindicato e converse com os dirigentes no seu local de trabalho. Envie suas sugestões, críticas e dúvidas: contato@sinergia.org.br</p>
<p><strong>Resultado das Assembléias: nova proposta para o ADL</strong><br />
Senergisul (RS)   -  Aprovou<br />
Sintresc (SC)   -  Aprovou<br />
Sinergia (SC)   -  Rejeitou<br />
Stieel (SC)   -  Aprovou<br />
Sintevi(SC)   -  Aprovou<br />
Sindinorte (SC)   -  Empate<br />
Sindenel (PR)   -  Rejeitou<br />
Sindel (PR)   -  Rejeitou<br />
Sinergia (MS)   -  Aprovou</p>
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		<title>Editorial: Parisotto ataca novamente</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sinergia</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Na última reunião do Conselho de Administração, realizada em 19 de agosto, as discussões em torno da substituição de diretores foi assunto preponderante. Conforme Boletim do Conselheiro eleito pelos trabalhadores Jair Fonseca nº12, a Previ voltou a tentar se valer da lei 13.570/05 para trocar o Diretor de Gestão da Celesc Distribuição e, com isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última reunião do Conselho de Administração, realizada em 19 de agosto, as discussões em torno da substituição de diretores foi assunto preponderante. Conforme Boletim do Conselheiro eleito pelos trabalhadores Jair Fonseca nº12, a Previ voltou a tentar se valer da lei 13.570/05 para trocar o Diretor de Gestão da Celesc Distribuição e, com isso, “importar” um executivo de mercado (ex-diretor do Banco do Brasil) para comandar as negociações coletivas do ACT 2010/2011. No popular, buscavam alguém “de fora” para retirar direitos dos trabalhadores e enxugar o nosso acordo coletivo.  Como não tiveram êxito, acabaram acomodando o postulante ao cargo em outra diretoria que estava vaga: a Diretor de Planejamento da Holding. <span id="more-3299"></span></p>
<p>A Intercel é contra essa indicação, pois defende uma reestruturação de fato na empresa, onde o número de diretorias não excederia 6 diretores. Se o número de diretorias já era excessivo, essa indicação foi “a cereja do bolo”.</p>
<p>Nostradamus<br />
Dentro tantos outros assuntos tratados nessa reunião do CA, um ponto incluído como “apresentação” acabou suscitando duvidas entre os trabalhadores. De acordo com o mesmo Boletim do Conselheiro, foi apresentada pelo presidente da Celesc Geração informações sobre ampliações e obras em usinas da Celesc G e a estratégia de negócios da empresa. De acordo com a ata oficial do Conselho, após esta apresentação foi autorizada a contratação de uma empresa especializada para realização de estudos para captação de recursos com objetivo de ampliar a geração de energia.</p>
<p>A empresa especializada nem foi contratada, o estudo nem foi iniciado, mas já era capa de jornais de grande circulação: “Celesc terá empresa privada”.<br />
Num blog econômico aconteceram revelações particulares: apareceu o nome do idealizador da notícia: Lírio Parisotto, que ainda confidenciou à blogueira que “a diretoria da Celesc e o governo tem autorização para privatizar a Celesc Geração”.<br />
Jair,esclarece: “Esse assunto não estava pautado em caráter deliberativo. A apresentação foi realizada pelo presidente da Celesc Geração e não pelo investidor Parisotto. Foram apresentados dados referentes a ampliação das usinas do Salto, Peri e Celso Ramos. Também foram apresentados informações sobre a estratégia de negócios da empresa, e para tal, foi autorizada a contratação de uma empresa para aprofundar as discussões e ampliar o rol de informações sobre a Geração. Após concluído esse estudo o assunto deverá retornar ao conselho em caráter deliberativo. Existem algumas possibilidades a serem implantadas na Celesc G, não necessariamente passando pela alienação de ativos. A constituição de parcerias com capital privado em novos empreendimentos é uma possibilidade. Aguardaremos a conclusão dos estudos para avaliar a proposta encaminhada.”</p>
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		<title>Terceirização da segurança</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:37:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na segunda semana de agosto, diretores do Sinergia estiveram no pátio da Arflo e observaram o trabalho de uma empresa terceirizada – a Sfasc (Serviços em Segurança do Trabalho) do Rio Grande do Sul fazendo aferições de equipamentos individuais e coletivos de segurança (EPI e EPC – como luvas, capacetes e varas de manobra). Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda semana de agosto, diretores do Sinergia estiveram no pátio da Arflo e observaram o trabalho de uma empresa terceirizada – a Sfasc (Serviços em Segurança do Trabalho) do Rio Grande do Sul fazendo aferições de equipamentos individuais e coletivos de segurança (EPI e EPC – como luvas, capacetes e varas de manobra). Os sindicalistas ficaram desconcertados por que esta aferição é obrigatória desde 2006 (pela NR 10), mas somente agora em 2010 estes equipamentos tão importantes para a vida do trabalhador foram aferidos.<br />
Tudo isto demonstra que, não é sem motivos que a empresa está respondendo a uma ação civil pública pela negligência omissa e contumaz das suas atitudes de saúde e segurança.<br />
O aumento da terceirização na Celesc continua mesmo a empresa sendo ré em duas ações judiciais, uma sobre a saúde e segurança e outra sobre o não cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta sobre a terceirização assinado em 2001.<br />
Também causou surpresa o valor cobrado de cada peça aferida: uma média de R$ 4,00. A Sfasc realiza o serviço de uma unidade móvel que, de acordo com gente que entende, vale cerca de R$ 300 mil. Seria mais econômico ter esta unidade móvel.</p>
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		<title>RH: combinando necessidades</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:36:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para muitos trabalhadores da Celesc o DPGP (Departamento de Gestão de Pessoas – o antigo RH) é um setor fechado, inatingível – o que é um grande contra senso, uma vez que este setor tem a finalidade de combinar as necessidades individuais das pessoas que trabalham numa empresa com as da organização, da própria empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitos trabalhadores da Celesc o DPGP (Departamento de Gestão de Pessoas – o antigo RH) é um setor fechado, inatingível – o que é um grande contra senso, uma vez que este setor tem a finalidade de combinar as necessidades individuais das pessoas que trabalham numa empresa com as da organização, da própria empresa em si. Sabendo da dificuldade que tem a DGC da Celesc elaborou um projeto: o AH!T!NO, que foi apresentado nas Agências Regionais pelo chefe do DPGP.<br />
A iniciativa de aproximar os empregados da Celesc ao Departamento de Gestão de Pessoas é louvável. Os sindicatos que compõem a  Intercel entendem que esse deveria ser somente o início de um processo de aproximação entre Administração Central e Agências Regionais.  Espera-se que as informações coletadas nas diversas conversas com os empregados de todo o estado sirvam de norteador da gestão do DPGP nos próximos meses. Que a a pesquisa de clima organizacional, aplicada igualmente em todo o estado e nunca posta em prática, sirva de alerta para que essa iniciativa continue dando resultados. Por fim, esperamos que esta predisposição ao entendimento e ao diálogo contamine o diretor de gestão nas negociações do ACT 2010/2011.</p>
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		<title>Atendimento da Celesc: Desrespeito à saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sinergia</dc:creator>
		
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O trabalho realizado através de um GT com representantes da empresa e dos sindicatos, fruto do ACT 2008/2009 continua até hoje engavetado. A Diretoria Comercial e a Diretoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo dos anos a Intercel vem incessantemente cobrando da diretoria da Celesc a implantação de melhores práticas para os empregados que trabalham no atendimento comercial da empresa.<br />
O trabalho realizado através de um GT com representantes da empresa e dos sindicatos, fruto do ACT 2008/2009 continua até hoje engavetado. A Diretoria Comercial e a Diretoria de Gestão perdem uma oportunidade única em fazer justiça com os atendentes da Celesc, implantando algo debatido e testado com sucesso nas maiores regionais do estado. Além de não avançar nessa questão, a Celesc continua negligenciando outros pontos importantes, como a vigilância e a limpeza das lojas.  Abaixo, segue relato de uma empregada da Agência Regional de Joinville, lotada na loja do atendimento de Garuva, sobre uma situação que poderia ser amenizada com a existência de vigilância na loja:<br />
“Em 19/08/10 às 09h:25min, foi acionada a guarnição policial, pois, na Loja de Garuva, se encontrava um cliente inconformado com a queima de um estabilizador de sua propriedade. Querendo que seu caso fosse resolvido na hora, o cliente usava expressões de nível baixo, xingamentos, esbravejando, batia na mesa com a peça que ele tinha levado consigo. Sozinha na loja e, desesperada, eu pedia insistentemente para ele se acalmar. Chamei os eletricistas da empresa terceirizada que trabalham em Garuva com medo de ser seriamente agredida. Com a chegada dos eletricistas, o cliente não se conteve e também os ofendeu. Chamei a polícia e nem assim indivíduo se conteve, jogando com toda a força o estabilizador no chão, destruindo o mesmo e danificando o piso da loja. Conforme o relato do Boletim de Ocorrência n.3085, devidamente protocolado na Celesc, o indivíduo estava furioso na eminência de agredir alguém. Estou assustada e abalada psicologicamente, tendo até que procurar ajuda profissional. Não podemos deixar acontecer o pior. E se essa pessoa estivesse armada? E se ao invés de atirar o seu próprio equipamento contra o chão, jogasse contra mim? Será que somente depois que um atendente for seriamente agredido é que se vai tomar alguma atitude quanto às lojas de atendimento? Por favor, os atendentes precisam de ajuda.”</p>
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		<title>Intersul discute transição para PCR com Eletrosul</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:33:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para dar seqüência às discussões sobre o PCR da Eletrobras, no que se refere às especificidades dos trabalhadores da Eletrosul, os sindicatos integrantes da Intersul estiveram reunidos com a Diretoria da empresa na última segunda-feira, dia 30 de agosto, em Florianópolis.
Um dos pontos centrais da discussão foi o ADL, que foi o tema das assembléias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para dar seqüência às discussões sobre o PCR da Eletrobras, no que se refere às especificidades dos trabalhadores da Eletrosul, os sindicatos integrantes da Intersul estiveram reunidos com a Diretoria da empresa na última segunda-feira, dia 30 de agosto, em Florianópolis.<br />
Um dos pontos centrais da discussão foi o ADL, que foi o tema das assembléias realizadas em toda a base da Eletrosul na última semana. As assembléias, por maioria, aprovaram o indicativo de proposta da Intersul, que consiste na aplicação de no mínimo 5,27 % para os trabalhadores sem ADL, e aplicação de no mínimo dois níveis como compensação pela incorporação do ADL aos demais. A Intersul cobrou da Eletrosul uma proposta oficial, mas a diretoria informou que ainda necessita avaliar.<br />
Outra discussão foi a respeito da proposta nacional sobre a indenização pela mudança na sistemática da antiguidade. A Intersul cobrou empenho da diretoria da Eletrosul, no sentido de melhorar a proposta da Eletrobras.<br />
Além do ADL e antiguidade, os sindicatos também cobraram da empresa uma solução para várias outras questões do processo de transição:<br />
- Como serão tratados os empregados que já completaram o tempo de experiência no PCS vigente ou que estão próximos de completar - como é o caso dos Técnicos I para Técnico II e dos Universitários Júnior para Pleno?<br />
- Como ficam as gratificações da carreira gerencial?<br />
- Como fica a situação de quem recebe rubricas separadas por decisão judicial?<br />
Para esclarecer estas e outras questões que afligem os trabalhadores devido a falta de informações, a Intersul encaminhará correspondência a Eletrosul cobrando as respostas da empresa para que os trabalhadores possam melhor avaliar as conseqüências do novo PCR.</p>
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		<title>PCR Unificado: Eletrobrás apresentará sua proposta</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:32:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Representantes da Intersul estiveram em Brasília na semana passada, em reunião do Coletivo Nacional dos Eletricitários – CNE com as empresas do Grupo Eletrobras, quando a holding apresentou, o que segundo os representantes da Eletrobras, é a versão final da proposta de PCR unificado para os trabalhadores.
O que se viu na verdade, não é muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes da Intersul estiveram em Brasília na semana passada, em reunião do Coletivo Nacional dos Eletricitários – CNE com as empresas do Grupo Eletrobras, quando a holding apresentou, o que segundo os representantes da Eletrobras, é a versão final da proposta de PCR unificado para os trabalhadores.<br />
O que se viu na verdade, não é muito diferente das versões apresentadas anteriormente. A Eletrobras não trouxe respostas concretas para os sete pontos levantados pelo CNE nas apresentações anteriores. A novidade ficou por conta da proposta de indenização pela antiguidade existente nos planos atuais de algumas empresas do grupo, entre elas a Eletrosul.<br />
 Outra novidade é a data de implantação, que passou para novembro/2010. Para isso, a Eletrobras definiu um calendário onde o período de adesão inicia em 15 de setembro e se encerra em 15 de dezembro de 2010. A Eletrobrás apresentará a proposta final aos trabalhadores nos próximos dias. O período de retroatividade da aplicação do PCR também mudou. Na nova versão da Eletrobras o PCR seria retroativo a agosto. Após muitas argumentações por parte dos sindicatos, os representantes aceitaram estender a retroatividade até maio/2010 para empresas de geração e transmissão. Mesmo assim somente receberão valores retroativos os trabalhadores que aderirem ao novo plano até 15 de outubro de 2010.<br />
Quanto a indenização da antiguidade, esta também foi objeto de muitas críticas do CNE. A proposta da Eletrobras de calcular pelo salário base foi rebatida, pois a antiguidade tem reflexos em toda a remuneração do trabalhador. A Eletrobras admitiu rediscutir com as empresas envolvidas na questão antiguidade e, se houver consenso entre as diretorias, alterar a base de cálculo. De qualquer forma, para o CNE a proposta de indenização foi considerada muito pequena e aguardará nova posição da empresa.<br />
As empresas deverão fazer a apresentação da proposta aos trabalhadores de todas as áreas. A partir disso, os sindicatos marcarão as assembléias para apreciação e deliberação sobre a proposta oficial e os termos do acordo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Campanha Celesc: Hoje tem negociação</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:30:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No primeiro encontro com a direção da empresa, dia 20 de agosto, a Intercel ajustou com o Diretor de Gestão, um calendário de negociação. Hoje, quinta-feira, dia 2 de setembro, acontece de fato a primeira negociação (na agenda ainda estão os dias  09, 14 e 16 de setembro).
A Intercel sabe que não existe negociação fácil.  Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro encontro com a direção da empresa, dia 20 de agosto, a Intercel ajustou com o Diretor de Gestão, um calendário de negociação. Hoje, quinta-feira, dia 2 de setembro, acontece de fato a primeira negociação (na agenda ainda estão os dias  09, 14 e 16 de setembro).<br />
A Intercel sabe que não existe negociação fácil.  Os eletricitários querem conquistar benefícios e melhores condições de trabalho, por isso se espera que a direção da empresa discuta, de saída, pontos importantes como garantia de emprego, reposição salarial,  condições mínimas de saúde e segurança do trabalho. A empresa precisa saber que, para manter seu quadro de trabalhadores, tem muito em que melhorar, como benefícios e o clima organizacional. A Celesc perde, anualmente, uma média de 100 trabalhadores, para outras empresas.</p>
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		<title>Campanha Tractebel: Trabalhador tem que responder pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:27:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como acontece todos os anos para auxiliar os sindicatos que compõem a Intersul na campanha de data base da Tractebel, está sendo aplicada uma pesquisa junto aos trabalhadores e que será recolhido no dia da assembléia do seu sindicato em sua área de trabalho. Acesse ao site da Intersul: http://www.intersul.org.br/lista.php?type=ACTRACTEBEL – pesquisa intersul tractebel 2010-11  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como acontece todos os anos para auxiliar os sindicatos que compõem a Intersul na campanha de data base da Tractebel, está sendo aplicada uma pesquisa junto aos trabalhadores e que será recolhido no dia da assembléia do seu sindicato em sua área de trabalho. Acesse ao site da Intersul: <a href="http://www.intersul.org.br/lista.php?type=ACTRACTEBEL">http://www.intersul.org.br/lista.php?type=ACTRACTEBEL</a> – pesquisa intersul tractebel 2010-11  -tire uma cópia, responda e entregue ao seu representante sindical ou no dia da assembléia do seu sindicato.</p>
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		<title>Vote no Plebiscito Popular que Limita a Propriedade da Terra</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:26:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De 1 a 7 de setembro
A proposta do Plebiscito visa pressionar o Congresso Nacional para que seja incluído na Constituição Federal um novo inciso que limite o tamanho da terra em até 35 módulos fiscais. Áreas acima de 35 módulos seriam incorporadas automaticamente ao patrimônio público e destinadas à Reforma Agrária. Caso a proposta seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De 1 a 7 de setembro<br />
</strong>A proposta do Plebiscito visa pressionar o Congresso Nacional para que seja incluído na Constituição Federal um novo inciso que limite o tamanho da terra em até 35 módulos fiscais. Áreas acima de 35 módulos seriam incorporadas automaticamente ao patrimônio público e destinadas à Reforma Agrária. Caso a proposta seja aprovada, mais de 50 mil grandes propriedades de terra seriam atingidas no país.</p>
<p>O Plebiscito que se realizará de 01 a 07 de setembro, dentro da semana do Grito dos Excluídos, além de consultar a população sobre a necessidade de se estabelecer um limite máximo a propriedade da terra, tem a tarefa de ser, fundamentalmente, um importante processo pedagógico de formação e conscientização do povo brasileiro sobre a realidade agrária do nosso país.<br />
<strong>Por que limitar:<br />
</strong>A pequena propriedade familiar -<br />
•Produz a maior parte dos alimentos da mesa dos brasileiros:</p>
<p>toda a produção de hortaliças, 87% da mandioca, 70% do feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 21% do trigo; 58% do leite, 59% dos suínos, 50% das aves.</p>
<p>Emprega 74,4% das pessoas ocupadas no campo (as empresas do agronegócio só empregam 25,6% do total.)</p>
<p>•Os estabelecimentos com até 10 hectares apresentam os maiores ganhos por hectare, R$ 3.800,00.<br />
A concentração de terras:<br />
•Expulsa as famílias do campo, é responsável pelos conflitos e a violência no campo. Nos últimos 25 anos,1.546 trabalhadores foram assassinados e houve uma média anual de *2.709 famílias expulsas de suas terras!*13.815 famílias despejadas!*422 pessoas presas!*765 conflitos diretamente relacionados à luta pela terra!*92.290 famílias envolvidas em conflitos por terra! •Lança mão de relações de trabalho análogas ao trabalho escravo. Em 25 anos 2.438 ocorrências de trabalho escravo foram registradas, com 163 mil trabalhadores escravizados.</p>
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