O golpe agora ataca brutalmente novo alvo: desta vez, os Planos de Saúde autogeridos da Eletrosul. As resoluções nºs 22 e 23 do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, sob a justificativa de estabelecer diretrizes e parâmetros para o custeio das empresas estatais,  pretendem limitar a adesão, ampliar o valor da co-participação dos empregados,  reduzir o investimento da empresa no custeio da assistência à saúde e proibir a inclusão de pais e mães como dependentes dos empregados no Plano de Saúde, entre outras mudanças altamente prejudiciais aos trabalhadores. 


No dia 26, em São Paulo, representante do Sinergia participará de reunião com a Unidas, entidade que agrega e representa os planos de saúde autogestionados, visando à discussão sobre o tema e estabelecimento de estratégias de enfrentamento. 


Abaixo, apresentamos os links para as resoluções. Leia, conheça e ajude seu Sindicato 
Os responsáveis por esse braço de atuação do golpe que rompeu o pacto social construído nas eleições de 2014 têm nome: os senhores Dyogo Henrique de Oliveira, Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; Henrique de Campos Meirelles, Ministro da Fazenda; e Eliseu Lemos Padilha, Ministro da Casa Civil da Presidência da República, assinam as resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União.


Os trabalhadores não esquecerão!

 

Links para acessar as resoluções:

 

file:///C:/Users/usuario/Downloads/resolucao-no-22-de-18-de-janeiro-de-2018-diario-oficial-da-uniao-imprensa-nacional%20(2).pdf

 

file:///C:/Users/usuario/Downloads/resolucao-no-23-de-18-de-janeiro-de-2018-diario-oficial-da-uniao-imprensa-nacional%20(2).pdf