Os sindicatos da Intercel estão percorrendo os locais de trabalho orientando os trabalhadores a não participarem da eleição para Diretor Comercial. Ao não irem às urnas, os trabalhadores declaram o repúdio à um processo viciado desde o princípio. Não votar também é um direito e, neste caso, é um recado estrondoso àqueles que desrespeitam os trabalhadores.

Por que: No final de 2019 o Conselho de Administração validou um golpe articulado pela presidência da Celesc contra o mandato do Diretor Comercial. Eleito em 2018 pelos trabalhadores para um período de três anos, Antônio Linhares teve o mandato cassado por conta de uma interpretação mirabolante da administração da empresa