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Atenção trabalhadores:

Amanhã, sexta-feira, dia 30 de junho, tem greve geral nacional. Os trabalhadores ligados à Intersul e Intercel decidiram que irão participar do movimento convocado por centrais sindicais e movimentos sociais na continuidade da luta contra as reformas do Governo Temer, que destróem a CLT e acabam com a aposentadoria dos brasileiros. Uma tenda centralizará o movimento no centro de Florianópolis. Ela ficará no aterro da Baia Sul, na praça do Sintraturb. A partir das 15 horas haverá ato na frente do Ticen.

 

O 10º Congresso dos empregados da Celesc, que aconteceu nos dias 25, 26 e 27 de maio na cidade de Chapecó, marca uma trajetória de 20 anos de pensamento conjunto em defesa da Celesc Pública. Promovido pelo representante dos empregados no Conselho de Administração da Celesc, Leandro Nunes da Silva em conjunto com Intercel, Celesc e outras entidades representativas que atuam na empresa. Durante o congresso reuniram-se trabalhadores de todo o estado para debater sobre os desafios da renovação da concessão e analisar a atual conjuntura. O evento é o maior espaço de debate sobre a gestão da Celesc. Nessa entrevista o diretor de saúde do Sinergia, Mário Jorge Maia, avalia como foi o evento.

 

 

Sinergia convoca seus filiados a unirem-se a todos trabalhadores brasileiros na Greve Geral de 28 de abril.

 

 

Na Greve Geral do dia 28/04, em Florianópolis, o Secretário Geral do Sinergia Eduardo Clasen Back, mandou o recado dos eletricitários para aqueles que querem tirar nossos direitos e privatizar o patrimônio brasileiro e catarinense.

 

 

Nesta segunda-feira, 10 de abril , o Sinergia e o Fórum de Lutas em Defesa dos Direitos fizeram um apitaço na Assembleia Legislativa de Santa Catarina e barraram a audiência pública convocada pelo deputado do PMDB Celso Maldaner. A audiência tinha como objetivo apoiar as reformas trabalhista e da previdência proposta pelo governo Temer, um ataque direto aos direitos dos trabalhadores. Com apitos e palavras de ordem dizendo “golpista, não passarão!”, “não tem arrego, você tira meu direito que eu tiro seu sossego”, os movimentos sindicais e sociais mostraram seu repúdio a esse retrocesso.