Orientações por e-mail não condizem com a realidade do banco, afirmam trabalhadores
Trabalhadores da Celesc seguem com dificuldades para abrir suas contas junto ao Santander, o banco privado que ganhou a licitação para pagamento dos salários e demais benefícios da categoria.
Diversos empregados fizeram contato com o Linha Viva e com os sindicatos da Intercel nos últimos dias relatando problemas: na Administração Central, os agendamentos para atendimento presencial estavam demorando mais horas que o previsto; nas Regionais e também na Administração Central, trabalhadores relataram que o banco se negava a abrir a conta salário, sem taxas, conforme e-mail informado pela empresa: “queremos abrir uma conta salário aqui na Adminis tração Central e o Santander disse que tenho que ir na agência física. A empresa vai permitir eu sair, ir até a agência fora da empresa, sem descontar o ponto? Ir no banco, levar documentos, perder tempo, vai contra o comunicado da empresa, que dizia que era tudo fácil e possível de resolver por aqui”, afirma um trabalhador em mensagem ao Linha Viva.
A Intercel tem levado as questões e dúvidas para as gerências da Celesc.
Trabalhadores questionam anúncio da empresa para captação de novos talentos
Trabalhadores questionam o anúncio da empresa para captação de novos talentos “Venha ser Eletrobras”, “Venha fazer parte da Nossa Energia. Venha ser nossa empresa também, colocamos a segurança em primeiro lugar, zelando pelo bem-estar físico e emocional das nossas pessoas”. Na prática, segundo a percepção de pessoas trabalhadoras da Eletrobras, a afirmação da empresa para captação de novos empregados, não condiz com a realidade, pois estão demitindo vários empregados inclusive os que pertenciam à brigada de incêndio, remanejaram empregadas de suas atividades sociais junto ao quadro de trabalhadores, passando a desempenhar outras atividades não sociais e pelo menos demitiram 3 empregadas assistentes sociais da Eletronorte e uma da CGT Eletrosul.
Quando a empresa diz: “Oferecemos ambiente seguro, íntegro, respeitoso e inclusivo…”, os trabalhadores respondem:
Ambiente seguro? Só se for seguro para o lucro. Aqui, o que se distribui não é respeito, é precarização do plano de saúde, ameaça de redução de salários e benefícios sociais, demissões todas as semanas e os que ainda estão na empresa, fica o terror psicológico que nas próximas semanas poderá ser a sua vez. Como a empresa coloca em um anúncio que “zela pelo bem-estar físico e emocional das nossas pessoas”? Está mais que provado que a Eletrobras, depois do processo de privatização, não tem compromisso com as pessoas trabalhadoras e, muito menos, com o sistema elétrico brasileiro, pois está desmontando todo o processo de manutenção preventiva que existia quando essa empresa era pública e as consequências estão aparecendo.
Trabalhador(a), não se iluda, a saída para os problemas que a gestão privada da Eletrobras colocou em seu caminho, está no coletivo. Filie-se aos sindicatos da Intersul!
Demonstração de unidade entre empregados novos e experientes chamou a atenção até mesmo de outras categorias profissionais
Trabalhadoras e trabalhadores da Celesc encerraram na última quinta-feira, 2 de outubro, a greve que iniciou em 22 de setembro. A principal bandeira que levou a categoria à paralisação dos serviços foi a cobrança pela isonomia de direitos entre trabalhadores que ingressaram na empresa antes e depois de outubro de 2016.
A direção da Celesc apresentou uma proposta vergonhosa na mesa de negociação, que não trazia sequer a reposição inflacionária a todas as cláusulas financeiras e só começou a mudar de postura a partir do anúncio da aprovação da greve pelos trabalhadores. Novas negociações foram realizadas e os sindicatos conquistaram a reposição da inflação a todas as cláusulas financeiras do Acordo Coletivo. Com a negociação novamente travada, foi necessário que as partes buscassem a mediação do Ministério Público do Trabalho. Nesse novo espaço de negociação, a habilidade dos Procuradores Federais foi decisiva para que se encontrasse uma solução ao impasse: além da correção salarial pelo INPC e recomposição de todas as cláusulas financeiras, houve avanço na gratificação de férias aos empregados admitidos a partir de outubro de 2016. Além disso, também houve avanço no vale extra a ser pago em janeiro de 2026. Nenhum direito fora retirado e a Diretoria da empresa, que num primeiro momento, queria descontar na folha de outubro todos os dias não trabalhados durante a greve, aceitou permitir a compensação de seis desses dias até o mês de julho de 2026.
Unidade na luta
A união entre celesquianos novos e experientes foi observada por diferentes entidades sindicais de SC. Lideranças de outras categorias, presentes nos piquetes de greve, comentaram sobre a importância da unidade na luta pela isonomia. Um dirigente presente no piquete em Florianópolis disse que “poucas vezes” viu “tamanha solidariedade e consciência de classe” como a da greve dos celesquianos em 2025: “serve de exemplo a outras categorias profissionais”.
O Acordo Coletivo foi assinado em 6 de outubro de 2025. Com isso, o prazo para apresentar carta de oposição à contribuição negocial, cobradas de trabalhadores que não são filiados aos sindicatos da Intercel, encerra em 21 de outubro de 2025. A Intercel reforça a importância da contribuição para manutenção da luta de direitos e a defesa da Celesc Pública.
Além de celebrar mais um aniversário, noite comemorativa também marcou o lançamento do 11° Concurso Conto e Poesia e da Oficina de Fotografia para Celular
A vida não é só luta, é também saber celebrar a trajetória e as conquistas construídas coletivamente. E foi com esse espírito que o Sinergia comemorou seus 64 anos de fundação, em uma bela festa realizada na sexta-feira, 3 de outubro, na sede do sindicato, no centro de Florianópolis.
Militantes históricos, pessoas filiadas e trabalhadores do Sinergia se reuniram para celebrar, reencontrar companheiros e companheiras de caminhada e relembrar momentos marcantes da história de resistência e conquistas da categoria, em uma noite com muitas apresentações culturais.
O aniversário também marcou o lançamento do 11º Concurso Literário de Conto e Poesia, que desde 1992 incentiva a cultura e revela novos talentos, estimula o intercâmbio e a produção literária em Santa Catarina.
Outro destaque da noite foi o lançamento da Oficina de Fotografia para Celular, uma iniciativa que oferece a oportunidade de aprimorar o olhar e registrar o cotidiano com mais técnica e sensibilidade.
Mais do que uma comemoração, o aniversário de 64 anos foi um momento de reafirmação da história de luta e compromisso do Sinergia com a classe trabalhadora, momento de renovação das energias para seguir na defesa dos direitos e de um futuro com mais justiça social.
Inscrições abertas para Oficina de Fotografia no Celular:
Você gosta ou precisa tirar fotos com o seu celular, mas não entende muito sobre as técnicas fotográficas?
Calma! O Sinergia te ajuda com a oficina de fotografia para celulares! As inscrições estão abertas e seguirão até o dia 24 de outubro no site do sinergia: acesse www.sinergia.org.br, clique no banner de inscrição na tela inicial e responda o formulário.
A oficina terá 12 horas e será ministrada pelos especialistas Anderson Barbosa e Maurílio Quadros da Rosa. O custo para sindicalizados Sinergia é de R$ 20,00 e para não sindicalizados R$150,00. Inscreva-se já!
Categoria se fortalece e se une ainda mais durante a greve
Os trabalhadores da Celesc enfrentam, até o fechamento desta edição do jornal, dez dias ininterruptos de greve. Não se via nada igual desde 2016, quando, mesmo com a mediação no Ministério Público do Trabalho, foram segregados o anuênio, a gratificação diferenciada de férias e a gratificação de 25 anos aos trabalhadores que ingrassassem na empresa após 1° de outubro de 2016.
A negociação deste ano, conforme noticiado em edições anteriores do Linha Viva, foi bastante difícil, com a empresa tentando empurrar uma falsa ideia de que a proposta final em mesa era ainda melhor que a do ano passado. Não era, pois nos últimos anos, ou os trabalhadores receberam um abono que compensa perdas inflacionárias, ou tiveram avanços na isonomia de direitos – o que não foi proposto pela empresa em mesa de negociação. Além disso, a primeira proposta em mesa, pela empresa, não recuperava sequer a inflação em todas as cláusulas econômicas. Como disse uma ex-dirigente sindical em um dos piquetes, “é uma vergonha que diretores trabalhadores se prestem a esse papel com seus colegas”.
Uma das bandeiras de luta principais deste Acordo Coletivo de Trabalho – e também de anos anteriores -, a isonomia de direitos, não veio até o fechamento desta edição. Por diversas vezes, a empresa argumenta que é preciso ter “responsabilidade”, “que se a Celesc completa 70 anos de história é por ter sucessivas diretorias que foram responsáveis”. Ocorre que esse senso de responsabilidade só vale quando o benefício é para o trabalhador. Na hora de aumentar a distribuição do lucro aos acionistas, esse senso de responsabilidade é vulgarmente esquecido por quem manda na companhia. Na hora aumentar o número de diretorias ou pensar nas vantagens que cada diretor(a) tem, o senso de responsabilidade também passa longe – ou alguém viu, nos últimos anos, algum corte de benefício aos diretores ou, até mesmo, o corte do número de diretorias?
O presidente da Celesc, conforme se vê nas redes sociais, é tratado pela categoria como vilão e sem empatia alguma com seus empregados. A entrevista que deu a um canal de comunicação na sexta-feira passada gerou revolta e indignação em boa parte da categoria. De quebra, leva junto a imagem do governador Jorginho Mello (PL) para o ralo, já que a promessa de manter a Celesc Pública parece cair por terra diante de uma gestão privatista, teimosa e intransigente em diversos aspectos. O governador precisa reavaliar a manutenção de Tarcísio no comando da maior empresa de Santa Catarina.
Apesar do momento tenso que a categoria vivenciou nos últimos dias, a população catarinense pode assistir à demonstração da unidade da categoria eletricitária e mais que isso: o amor à camisa! Celesquianos e celesquianas empenharam diversos serviços de maneira voluntária, sem bater o ponto, nos últimos dias. Seja após eventos climáticos nas regiões oeste, planalto norte ou para atender à demanda do hospital Santo Antônio, em Blumenau, nenhum celesquia no deixou de cumprir com as obrigações de manter a população sem risco de acidentes com choque elétrico.
As mais de trinta moções de apoio e notas de solidariedade emitidas por entidades sindicais e órgãos de classe demonstram que as reivindicações da categoria eletricitária foram respeitadas pela maioria da população. Importante, ainda, registrar os apoios dos deputados estaduais Fabiano da Luz (PT), Neodi Saretta (PT), Padre Pedro Baldissera (PT), Marquito (PSOL), Dr. Vicente Caropreso (PSDB) e o vereador Bruno Ziliotto (PT), de Florianópolis, seja com a presença nos piquetes de greve, seja com manifestações nas Tribunas das Casas Legislativas ou em vídeos pelas redes sociais. A luta atravessou fronteiras e chegou ao conhecimento do deputado federal Glauber Braga (PSOL/RJ), que também manifestou apoio por vídeo.
Seja qual for o desfecho dessa greve nos próximos dias, só há uma certeza: a categoria eletricitária sai dessa batalha vitoriosa, ainda mais unida, fortalecida e respeitada. O recado é claro: respeitem nossa história! Não mexam com nossos direitos!
O Sinergia completa 64 anos de história, resistência e conquistas. São décadas de luta incansável em defesa dos direitos dos eletricitários e eletricitárias e pela valorização de quem garante energia de qualidade ao povo catarinense.
Para marcar essa trajetória, convidamos a categoria para a Festa de Confraternização dos 64 anos do Sinergia. Será um momento de celebrar a unidade, a organização e a força coletiva que sempre caracterizaram nossa caminhada.
Dia 3 de outubro (sexta-feira)
A partir das 18h Sede do Sindicato – Rua Lacerda Coutinho, 149 – Centro, Florianópolis
IMPORTANTE: Durante o evento, também será realizado o lançamento do 11º Concurso Literário de Conto e Poesia e da Oficina de Fotografia, além de exposições e apresentações culturais, reafirmando o compromisso do sindicato com a cultura e a expressão crítica da classe trabalhadora.
Venha fortalecer esse momento de celebração e luta.
Chegando ao quinto dia de paralisação, na sexta-feira (26/9), os eletricitários e eletricitárias de Santa Catarina seguem firmes na greve diante da ausência de uma proposta concreta por parte da Celesc que atenda às reivindicações da categoria.
Na quinta-feira (25/9), a direção da empresa chamou a Intercel (entidade que representa os sindicatos) para uma reunião e se comprometeu a apresentar uma resposta nesta sexta (26/9). No entanto, nenhuma novidade foi apresentada. Sem proposta, a categoria decidiu manter a mobilização.
Diante do impasse, a Intercel irá buscar mediação no Ministério do Trabalho na próxima segunda-feira (29/9), reforçando a disposição para o diálogo, desde que haja compromisso da empresa em avançar nas negociações.
A greve, iniciada na segunda-feira (22/9), tem como principais eixos a luta por reajuste salarial e pela isonomia de direitos entre todos os trabalhadores e trabalhadoras da Celesc. O movimento segue com forte adesão em todo o estado, assegurando apenas os serviços de urgência e emergência.
GREVE TEVE INÍCIO NA SEGUNDA-FEIRA, 22 DE SETEMBRO, EM TODAS AS REGIONAIS E NA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL
Os trabalhadores da Celesc iniciaram a semana demonstrando união e solidariedade de classe. Nos portões da empresa nas Agências Regionais, nas lojas e na Administração Central, a categoria participa de uma greve que revela sua indignação com os rumos das negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 25/26 e cobrando isonomia de direitos entre os celesquianos.
É que, apesar das inúmeras tentativas dos sindicatos que compõem a Intercel, a diretoria da empresa se mostrou insensível na mesa de negociação com uma das principais demandas da categoria: o pagamento do anuênio a todos os empregados. O argumento da empresa para a negativa é um problema temporário de “fluxo de caixa”. Os sindicatos ofereceram diversas propostas que driblavam o problema e até aliviavam para a empresa a questão do fluxo de caixa, mas todas elas foram negadas – dando a entender que, na verdade, a negativa da empresa não é uma questão econômica, mas sim, política.
Nos primeiros dias de greve, nesta semana, os discursos nos piquetes cobravam respeito da diretoria à história dos celesquianos e ao esforço de seu trabalho, que faz da Celesc uma das empresas referência do setor no País.
Na página 2, você confere notas de apoio e solidariedade de diversas entidades à luta de celesquianos e celesquianas. Entre elas, as centrais sindicais CUT/SC e CTB/ SC.
Até o fechamento desta edição, na terça-feira, a greve segue forte em todo o estado. Ainda na segunda-feira, a Intercel fez o protocolo do pedido de mediação das negociações pelo Ministério Público do Trabalho. É fundamental que a categoria siga atenta aos informes e vídeos da Intercel pelas redes sociais e pelos seus boletins. A vitória da categoria nesse processo depende da nossa unidade!
Cerca de 300 celesquianos de diversas regiões do estado promoveram um ato na porta da reunião do Conselho, na Administração Central
A categoria eletricitária se reuniu na Administração Central na última quinta-feira, 18 de setembro, para protestar contra o projeto de reestruturação da Celesc, que estava pautado para ser debatido e votado pelo Conselho de Administração naquela data.
O ato, que contou com cerca de 300 celesquianas e celesquianos de todas as regiões de Santa Catarina, iniciou às nove horas no hall do prédio da Administração Central. Preocupados com a gravidade do projeto, que pretendia mudar de forma rápida e arbitrária competências de diretorias e abrir portas para a terceirização irrestrita da Celesc, os trabalhadores decidiram subir até o hall do quinto andar no prédio do Itacorubi para que fossem ouvidos pelo Conselho. Dirigentes sindicais e trabalhadores se revezaram nas falas, lembrando que o projeto tramitou de forma açodada, sem debate algum com a sociedade ou com a representação da categoria.
Cerca de duas horas após o início do ato, a Secretária de Governança do Conselho se dirigiu até o local onde os empregados protestavam e deu a notícia de que o projeto havia sido retirado de pauta naquela data. Os trabalhadores celebraram a notícia.
De acordo com o Coordenador da Intercel, Ailton Communello, a retirada de pauta da reunião do Conselho “foi considerada uma grande vitória da classe trabalhadora e não teria ocorrido sem a mobilização e participação dos celesquianos. Precisamos, contudo, permanecer atentos e mobilizados para qualquer nova movimentação nesse projeto. Se necessário, a categoria será novamente chamada para protestar”.
Nova reunião sobre a PLR 2025 foi realizada na segunda-feira, 22 de setembro
Com a negociação da PLR 2025 em andamento, a empresa apresentou uma proposta que divide os trabalhadores, criando privilégios para um grupo em detrimento de outros. Na PLR 2024, houve o compromisso de que neste ano tudo seria diferente, mas a negociação só começou em agosto, com atraso, e a primeira proposta apresentada já retirava direitos importantes, como o piso e a isonomia na distribuição.
O CNE respondeu com uma contraproposta que valoriza a todos, garantindo 4 remunerações como alvo, sem teto, com 50% da distribuição linear e a volta do piso, justamente para proteger os menores salários. Mas, no lugar de avançar, a Eletrobras retrocedeu, congelando o piso em valores de 2024 e restringindo o alvo de 4 remunerações apenas para nível superior, além de ignorar a legislação sobre pagamento no aviso prévio. Enquanto isso, a empresa anuncia ao mercado que os acionistas receberão R$4 bilhões em dividendos, consolidando-se como “caso claro de geração de dividendos”.
Mas e os/as trabalhadores/as que sustentam os resultados, não vão receber sua parte justa nesse lucro?
Para piorar o clima, em meio à negociação, a Eletrobras divulga diretamente aos trabalhadores aspectos da sua proposta que divide os empregados e contraria a posição das entidades sindicais.
A Intersul reafirma que a luta não acabou. Não aceitaremos propostas que dividem, desvalorizam e segregam a categoria. A PLR precisa ser justa para todas as pessoas que trabalham na empresa, sem distinção! Por isso chamamos os trabalhadores a se mobilizarem para se unirem em torno da proposta dos sindicatos!
Em nova reunião, em 22 de setembro, a comissão da PLR reiterou a preocupação com a divulgação, pela empresa, de uma simulação de valores para a PLR 2025. Destacou que, caso o resultado financeiro seja inferior ao ano passado, os valores simulados não serão alcançados. Solicitou-se a estimativa do valor em cenários diferentes de resultados, considerando o acumulado no primeiro semestre, o que a empresa novamente negou. Também reafirmou-se a necessidade de isonomia, sem diferenciação de PLR por cargos, a distribuição de parte do montante de forma linear, além do aumento do piso.
A representação da empresa insiste em dizer que esta é a proposta final. O CNE solicitou a manutenção da mesa de negociação aberta, aguardando melhoria na proposta e a apresentação do Termo de Pactuação para, então, levar à deliberação das assembleias.