EM DUAS SEMANAS DE INTENSO TRABALHO, FORAM VISITADOS 36 GABINETES DE DEPUTADOS NA ALESC

















Sindicatos alertam parlamentares sobre riscos da proposta de reestruturação das diretorias da empresa, que podem representar ameaça ao seu caráter público
Quem não conhece os labirintos e corredores do Palácio Barriga Verde – sede do Poder Legislativo catarinense – pode pensar que visitar o gabinete de um deputado é uma tarefa rápida. Não é. A maioria dos gabinetes não funciona com agendamento de horários e é necessário dialogar com as assessorias para conseguir uma brecha na agenda com cada parlamentar. A disputa na porta do gabinete é grande: trabalhadores de inúmeras categorias, pequenos e grandes empresários, prefeitos, vereadores, líderes religiosos e de movimentos sociais se acotovelam na recepção de cada gabinete para conseguir levar seus pleitos e suas demandas aos ouvidos dos parlamentares eleitos pelo povo catarinense. Há situações em que é necessário aguardar uma hora – e até mais – para ter dez minutos de diálogo com o/a deputado/a. É preciso ter persistência para conseguir acessar os 40 gabinetes existentes hoje na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
Pois desses 40 gabinetes, a Intercel conseguiu dialogar com 36 deles em 6 dias de trabalho. A agenda dos políticos eleitos se reveza entre dias de trabalho nas bases, ouvindo demandas e dialogando com a população nas diversas regiões do estado, e dias de atividades na própria Alesc – em reuniões com assessores, participação em Comissões e votações, além de visitas técnicas e representativas em diversas agendas externas. Além de fiscalizar o Executivo, um dos principais papéis do/a parlamentar é ouvir as necessidades do povo e criar leis que possam facilitar a sua vida.
A Intercel realiza essas visitas e diálogos permanentemente, há algumas décadas. Houve período, inclusive, em que a Assembleia Legislativa teve um celesquiano entre seus quadros, o saudoso Lício Mauro da Silveira (1943-2010), que teve quatro mandatos: 1995-1999, 1999-2003, 2003-2007 e 2007-2011. Lício chegou a ser reeleito no pleito de 2010 pelo PP para mais um mandato, mas não chegou a tomar posse por ter falecido logo após a eleição. Lício fez a defesa da manutenção da Celesc enquanto empresa pública com brilhantismo e conhecimento de causa por todo esse período.
Na avaliação do Coordenador da Intercel, Ailton Communello, “é fundamental manter a presença na Alesc, dialogando com os deputados, trazendo informações e números que demonstram a qualidade do traba lho de celesquianas e celesquianos, comparando com outras concessionárias que foram privatizadas e alertando sempre que há algum risco de mudança que possa prejudicar os serviços à população. No cenário atual, os sindicatos têm dialogado com os deputados sobre o projeto de reestruturação administrativa, que prevê mudanças de competências, alteração na autonomia das Regionais e escancara as portas para a terceirização. Deputados e deputadas estão sendo alertados do retrabalho que a terceirização gera, dos riscos do aumento da demora no atendimento ao restabelecimento de energia tanto do consumidor residencial como do comércio, pequenas e grandes indústrias e do possível projeto de privatização da companhia a longo prazo”.
Na maioria dos gabinetes visitados houve o compromisso da manutenção da Celesc Pública e da atenção a qualquer projeto sobre a empresa que venha a tramitar na Alesc. O alerta está feito. Não há qualquer motivo que justifique uma reestruturação, que poderia abrir caminho para a privatização de uma das melhores concessionárias de energia do Brasil.
Assessoria econômica dos sindicatos elabora, nesse momento, a contraproposta à empresa
No dia 18 de agosto, os dirigentes da Intersul Murillo Rombo (Sindinorte) e Cecy Marimon (Sinergia) participaram da segunda reunião da Comissão de Negociação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) 2025 entre o Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) e a direção da Eletrobras.
Na ocasião, foram apresentados os indicadores propostos pela empresa para a pactuação da PLR 2025, a ser paga em 2026. A Eletrobras apresentou a ideia de extinção do piso, conquistado já em duas PLRs anteriores, que beneficia os menores salários praticados na empresa. A companhia apresentou indicadores que farão parte das metas para a PLR. Esses indicadores serão analisados pela assessoria econômica do CNE, para elaboração de uma contraproposta dos trabalhadores, que deverá ser apresentada ainda em agosto.
O CNE reforçou a necessidade de que se aumente a faixa de remunerações a serem atingidas e que seja mantido e ampliado o piso, de forma a adequar às práticas correntes no mercado e promover uma distribuição de forma mais igualitária do produto do trabalho. Essas reivindicações, no entendimento do CNE, são centrais para que se possa continuar a discussão do Acordo de Participação nos Lucros e Resultados.
O Sinergia promoveu em 18 de agosto eleição suplementar de vacância na diretoria por conta do desligamento de um diretor empregado da CGT Eletrosul. A eleição reuniu quase 100 trabalhadores na sede do sindicato.
O eleito pela categoria foi Cleber Borges da Silva, eletricista da ARFLO, que atua na Celesc desde 2004. Ele assume a suplência da Diretoria de Formação do sindicato. O Sinergia parabeniza as candidaturas e a categoria pela participação no pleito.
O eleito pela categoria foi Cleber Borges da Silva, eletricista da ARFLO, que atua na Celesc desde 2004. Ele assume a suplência da Diretoria de Formação do sindicato.
O Sinergia parabeniza as candidaturas e a categoria pela participação no pleito.
NA MESMA REUNIÃO, OS SINDICATOS ENTREGARAM À DIRETORIA A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2025/2026, UNIFICADA NA ASSEMBLEIA ESTADUAL
Na quarta-feira, 13 de agosto, sindicatos da Intercel e direção da Celesc se reuniram para a assinatura do Acordo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) 2025 e para a entrega da Pauta de Reivindicações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2025/2026. A reunião ocorreu em clima de cordialidade entre as partes.
A Intercel aproveitou para, mais uma vez, solicitar à direção da empresa que a negociação do Acordo de PLR para o próximo ano seja antecipada para o fim deste ano e que não seja postergada para o segundo semestre, como ocorreu em 2024 e em 2025.
Na sequência, os sindicatos fizeram a entrega da Pauta de Reivindicações da categoria, aprovada na Assembleia Estadual de 02 de agosto em Concórdia. A Coordenação da Intercel explicou que, “além da manutenção de direitos consolidados, existem algumas propostas de cláusulas novas, fruto dos anseios da categoria”, e que, assim como foi a negociação do Acordo de PLR, espera “que a negociação do ACT também seja realizada baseada no respeito aos direitos conquistados ao longo de anos pelos trabalhadores”.
A Intercel também solicitou que seja agendada para os próximos dias uma reunião de construção da agenda de negociação e que a primeira rodada ocorra ainda no mês de agosto. Os sindicatos lembraram que há algumas cláusulas que são consideradas pelos trabalhadores como bandeiras de luta na negociação, como o restabelecimento do poder de compra e um reajuste com ganho real, a garantia de emprego e a manutenção da Celesc Pública, além da retomada do anuênio a todos os empregados e a recomposição do quadro de dirigentes sindicais. Por fim, os sindicatos pediram que a Celesc “analise os pedidos com muita responsabilidade” e lembraram que “o objetivo da categoria não é inviabilizar a Celesc”.
Da parte da empresa, a diretoria concordou que o processo negocial seja realizado de forma respeitosa. O presidente, Tarcísio Rosa, explicou que tem preocupação com o futuro financeiro da companhia e que “é necessário fechar a conta”. Tarcísio também falou da contratação de empregados novos e da aquisição de veículos pela Celesc nos últimos meses e delegou ao novo Diretor de Gestão Corporativa, Moisés Diersmann, a construção de uma agenda de negociação em conjunto com os sindicatos.
Intercel e direção da Celesc ainda debateram sobre questões de segurança no ambiente corporativo. Ambas as partes concordaram que nenhuma atividade deverá ser realizada sem que haja segurança plena: “não há nenhuma emergência que seja necessária passar por cima da segurança dos empregados”, afirmou o presidente.
No começo desta semana, a Celesc enviou uma proposição de agenda aos sindi catos indicando o início do processo negocial em 28 de agosto, com uma reunião de abertura. Até o fechamento desta edição, os sindicatos estavam buscando contato com a empresa para tentar antecipar o início efetivo das negociações.
A Intercel conta com a participação dos trabalhadores na luta por um Acordo Coletivo de Trabalho justo, que reconheça o esforço da categoria na construção de uma Celesc não só eficiente, mas também pública!
SINDICATOS SE REÚNEM COM TRABALHADORES E PARLAMENTARES E ALERTAM SOBRE OS RISCOS DA PROPOSTA DE MUDANÇA NA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA NA CELESC
Os sindicatos da Intercel estão intensificando, nos últimos dias, a luta em defesa da Celesc Pública e contra a proposta de reestruturação administrativa da empresa, que facilitaria a sua privatização, conforme noticiado na capa da edição 1660 do jornal Linha Viva.
Uma das ações dos sindicatos foi a realização de concentrações e rodas de conversas com a categoria para alertá-la dos prejuízos e riscos da possível mudança, que altera e elimina determinadas diretorias, tira atribuições de outras, facilita a terceirização e, como consequência, precariza o serviço na ponta aos consumidores, visando tão somente o lucro. Em muitos locais de trabalho, durante essas conversas, a categoria cobrou como será o posicionamento dos diretores trabalhadores de carreira da Celesc, indicados pelo governo Jorginho Mello (PL), se votarão em defesa da empresa pública e de seus empregos, ou se trairão a categoria facilitando o projeto de precarização e consequente privatização da companhia.
Além dessa ação, os sindicatos da Intercel iniciaram nesta semana uma percorrida nos gabinetes de deputados e deputadas estaduais para apresentar aos parlamentares catarinenses as preocupações com a possível reestruturação e o pedido que a Assembleia Legislativa se manifeste contra esse projeto, caso ele chegue até o Palácio Barriga Verde, sede do poder Legislativo catarinense.
De acordo com o Coordenador da Intercel, Ailton Communello, “a percorrida nos gabinetes está tendo uma receptividade muito positiva dos deputados. Dialogamos com diversos parlamentares nessa primeira semana de visitas aos gabinetes e os deputados se mostraram preocupados com o quadro apresentado e dispostos a atuar em defesa da Celesc Pública. Seguiremos, nas próximas semanas, dialogando com todos os representantes eleitos, independente de posição partidária, para que esse projeto, tão prejudicial aos trabalhadores da Celesc e à sociedade catarinense, não seja aprovado”.
Nas próximas edições do jornal Linha Viva você confere mais informações sobre a percorrida na ALESC e novas ações que os sindicatos tomaram, junto com a categoria, em defesa do nosso lema: “Celesc Pública, bom para todo mundo!”.
CNE e sindicatos da Intersul seguem cobrando a diretoria da empresa
A direção da Eletrobras continua adiando a discussão sobre o Acordo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) 2025. Estamos no segundo semestre do ano e as negociações já deveriam ter sido finalizadas.
A única reunião foi realizada no início do ano, após insistência do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE), momento em que foram apresentadas apenas premissas, sem qualquer discussão de indicadores.
De acordo com a dirigente do Sinergia, Cecy Maria Marimon, “desde então, temos cobrado reiteradamente a apresentação dos indicadores, sem sucesso. A segunda reunião vem sendo adiada pela empresa, o que preocupa trabalhadores e dirigentes sindicais pela demora e indefinição, prejudicando a necessária negociação”.
Cecy afirma também que “no ano de 2024, o processo foi muito similar, dificultada a negociação devido aos prazos exíguos e pressionando os sindicatos a assinar o Acordo nos últimos dias do ano, sob pena de privar os trabalhadores de receberem a sua participação, que é direito de quem produz a riqueza”.
O CNE seguirá pressionando nas próximas semanas para que a Eletrobras tome imediatamente as negociações da PLR 2025 com os sindicatos.
Cerca de 500 celesquianas e celesquianos participaram da Assembleia Estadual em Concórdia no sábado, 2 de agosto. O evento foi dividido em três partes: a abertura, com participação da classe política, o debate e votação da contraproposta ao Acordo de PLR 2025 e o debate e votação da Pauta de Reivindicações do Acordo Coletivo de Trabalho 2025/2026.
A abertura do evento teve a participação dos deputados Neodi Saretta (PT) – que representou o Presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD) -, Marcos José de Abreu, o Marquito (PSOL), e do assessor do deputado estadual Fabiano da Luz (PT), Marcel Salomon. Além deles, também participaram a vereadora Ingrid Fiorentin (PT), representando o Legislativo municipal, e os vereadores Evandro Pegoraro (PT) e Margarete Dalla Costa (PSDB). Justificaram a ausência os deputados Rodrigo Minotto (PDT) e Dr. Vicente Caropreso (PSDB). Todos os líderes de partidos com assento na Assembleia Legislativa foram convidados para a mesa de abertura.
O deputado Saretta disse que “nem todas as posições são unânimes na Alesc, que há diversas correntes políticas, mas que a maioria dos componentes têm se mostrado ao longo dos últimos anos, de forma firme, na defesa de uma Celesc pública, forte, que dê orgulho a todos os catarinenses”. E seguiu: “vemos, infelizmente, de tempos em tempos, tentativas de precarização, de terceirização, parece que sempre pavimentando um caminho para fazer aquilo que aqueles que defendem o estado mínimo querem, que é a privatização”. Por fim, Saretta parabenizou a categoria pela luta e disse que hoje “há eco na Assembleia Legislativa para manter a Celesc firme, forte, pública e trabalhando para os catarinenses”.
O deputado Marquito se colocou à disposição da categoria e afirmou que “em todos os momentos que vocês estiveram na Alesc reivindicando garantia de direitos, o fortalecimento e a manutenção da Celesc pública, nós estivemos dialogando, conversando, compreendendo as demandas e fazendo a defesa desse serviço tão importante. Temos a leitura da qualidade que hoje é prestado o serviço da Celesc, mas também sabemos o processo de depreciação da empresa pública como um projeto de longo prazo para privatizações”. Marquito enalteceu a qualidade dos serviços dos celesquianos: “através da força de trabalho de vocês, é a empresa que tem a melhor resposta em tempo hábil do Brasil, é exemplo em reconstruções pós eventos climáticos extremos. É uma empresa que é referência em qualidade e que, antes desse processo da mudança do sistema do atendimento, quase não tinha reclamações. Precisamos permanecer vigilantes”. Por fim, Marquito disse estar ciente da possibilidade de mudança do Estatuto da Celesc, conforme divulgado na capa da edição 1660 do jornal Linha Viva: “é preciso fazer o processo de diálogo com a sociedade. A sociedade precisa saber que isso pode manchar a imagem da Celesc. Essas alterações precisam passar pela Assembleia Legislativa e a aproximação de vocês com a Casa Legislativa é importante, mas vocês precisam também mostrar isso para o povo. Deixo meu apoio e registro a importância das entidades sindicais para manterem firmes e fortes as estruturas públicas, pois são elas que prestam serviços de qualidade lá na ponta e garantem salários e direitos adequados para cada trabalhador e trabalhadora. Contem conosco!”
O assessor Marcel Salomon justificou a ausência do deputado Fabiano da Luz por motivos de saúde e disse que o recado do parlamentar é permanecer ao lado dos trabalhadores na defesa da Celesc pública, patrimônio dos catarinenses. E alertou que “a cada novo governo surgem velhas ameaças, mascaradas por novos nomes e discursos de ‘modernização’ ou ‘eficiência’, quando, na prática, significam sucateamento, terceirização e privatização”. Lembrou de tentativas passadas frustradas de privatização e afirmou que há “um novo movimento de reestruturação das diretorias, que não tem outro foco senão a terceirização dos serviços, a precarização das condições de trabalho e o esvaziamento da capacidade técnica da Celesc. É por isso que o deputado Fabiano da Luz tem sido firme contra a privatização e a precarização e a favor da Celesc pública, forte e a serviço da população. Precisamos defender a soberania energética do nosso estado!”.
Por fim, a vereadora Ingrid, que também é dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação, afirmou que “a pauta dos celesquianos é extremamente justa, pois se temos uma Celesc pública e de qualidade para todos, o mérito é dos celesquianos”. Ela disse que fala também em nome dos vereadores Pegoraro e Margarete e que reafirma que “dentro dos nossos mandatos, sempre que possível, estaremos apoiando a causa de vocês. Pois nós conhecemos o trabalho de vocês e ele é de excelência e não podemos perder a Celesc. Ela não pode ser privatizada. Ela é dos catarinenses!”.
A seguir, foi debatida a contraproposta do Acordo de PLR 2025. Dirigentes sindicais explicaram que, após quatro rodadas de negociação com algumas tentativas de retrocesso por parte da empresa, não havia chegado uma proposta razoável para ser aprovada pela categoria. E que somente na sexta-feira, 1° de agosto, após contato da Coordenação da Intercel com a direção da Celesc, foi possível trazer uma contraproposta possível de apreciação. O documento final enviado pela empresa ficou muito semelhante com o Acordo de PLR 2024, inclusive com parágrafo possibilitando a neutralização de impactos negativos exclusivos do projeto Conecte nos indicadores da parcela base e adicional. Após debate e elucidação das dúvidas, a contraproposta foi aprovada pela maioria.
Por fim, a Assembleia debateu e discutiu todas as cláusulas da Pauta de Reivindicações da categoria, dando espaço para uma fala a favor e outra contrária nas cláusulas em que havia divergência de entendimentos.
De acordo com o Coordenador da Intercel, Ailton Communello, “a Assembleia Estadual realizada em Concórdia foi uma demonstração de força e união de toda a categoria. Para além de unificar a Pauta dos trabalhadores visando o Acordo Coletivo\ 2025/2026, foi uma demonstração de união para mostrar para a empresa que a categoria está unida e preparada para enfrentar as lutas que serão necessárias não só para vencer o Acordo Coletivo, mas também para defender a Celesc enquanto empresa pública”.
Novidades da Assembleia
Além dos debates sobre o Acordo de PLR e a Pauta de Reivindicações, foi colocada a urna na entrada do evento para a categoria votar no Plebiscito Popular sobre o fim da escala 6×1 e a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$5.000 por mês. Inovação na Assembleia de 2024, o espaço infantil novamente permitiu que pais e mães participassem próximos a seus filhos. E como novidade neste ano, monitores da Rede Vida Viva aplicaram a ferramenta do Mapa do Corpo junto à categoria antes do início da Assembleia. Na próxima edição do Linha Viva, os resultados da ferramenta serão divulgados.
Próximos passos
A Intercel comunicou à direção da Celesc no início desta semana o resultado da votação do Acordo de PLR 2025 junto aos trabalhadores e solicitou a assinatura do documento para a próxima semana. Na mesma correspondência, os sindicatos solicitaram o agendamento de uma reunião para a entrega da Pauta de Reivindicações aprovada pela categoria em Concórdia. É importante que os celesquianos permaneçam atentos e vigilantes aos informes da Intercel, seja através do jornal Linha Viva e do Boletim da Intercel.
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