Author Archives: Caroline Camargo Borba
Trabalhadores da AXS receberão 13° vale-alimentação referente a 2025 nos próximos dias
Na última sexta-feira, 23 de janeiro, o Sinergia fez a assembleia de apreciação da nova contraproposta ao Acordo Coletivo 2026 de trabalhadoras e trabalhadores da AXS Energia.
O sindicato apresentou à categoria os avanços da nova rodada de negociação e tirou suas dúvidas. Os trabalhadores consideraram positivos os avanços após a rejeição da primeira contraproposta, em dezembro passado, e aprovaram por ampla maioria o resultado final dessa nova reunião.
Na mesma data, dia 23, o sindicato comunicou à direção da AXS o resultado da assembleia e concluiu a assinatura do Acordo nesta segunda-feira, 26 de janeiro.
Conforme estabelecido entre as partes, em até cinco dias após a assinatura, a AXS deverá depositar aos seus empregados o 13° vale-alimentação referente a 2025 – somente aos empregados ativos na data da assinatura do Acordo Coletivo.
De acordo com o dirigente do Sinergia José Carlos Dutra, “saímos satisfeitos com esse avanço da implantação do 13° vale e outras pequenas melhorias na negociação e esperamos que no próximo Acordo Coletivo consigamos avançar ainda mais”. Dutra lembra da importância da sindicalização: “ao fim da assembleia, na sexta passada, o Sinergia lembrou da importância que os trabalhadores da AXS também se filiem ao Sinergia e estejam mais próximos do sindicato, trazendo suas demandas e necessidades”.
ASSEMBLEIAS DE APROVAÇÃO DA PAUTA SERÃO REALIZADAS ENTRE OS DIAS 6 E 10 DE FEVEREIRO

A campanha salarial que vai construir o Acordo Coletivo de Trabalho 2026–2028 da Axia Energia já começou — e começa muito antes da mesa de negociação. Começa na organização da categoria, na unidade entre as trabalhadoras e os trabalhadores e no fortalecimento dos sindicatos como instrumentos legítimos de defesa dos nossos direitos.
Neste momento, está em curso a sistematização da pesquisa aplicada junto às pessoas trabalhadoras, coordenada pelo Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE), que tem como objetivo levantar os principais pontos que irão compor a pauta nacional de reivindicações. Esse levantamento é fundamental porque expressa, de forma coletiva, as necessidades reais da base e orienta a atuação sindical ao longo de toda a campanha.
A construção de uma pauta forte não é tarefa de poucos. Ela depende da participação consciente da categoria, do debate coletivo e da capacidade de transformar demandas individuais em reivindicações comuns. É por isso que a unidade da categoria da Axia Sul, envolvendo trabalhadoras e trabalhadores do RS, SC, MS e PR, será decisiva para o sucesso da campanha salarial.
A história das negociações mostra que nenhuma conquista vem sem mobilização. Quando a categoria está unida, informada e organizada, os sindicatos ganham força para enfrentar a empresa, cobrar respeito e avançar em direitos. Quando há fragmentação e desmobilização, o risco de retrocessos aumenta. Por isso, a palavra de ordem neste momento é unidade.
O CNE seguirá rigorosamente o cronograma estabelecido pelas intersindicais, reafirmando o compromisso com a transparência e com a participação sindical em todas as etapas. Nos dias 29 e 30 de janeiro, o CNE se reúne em planejamento para organizar a proposta de pauta nacional, consolidando as contribuições vindas da base e definindo os eixos centrais da campanha.
Na sequência, acontecerão as assembleias de aprovação da pauta entre os dias 6 e 10 de fevereiro, momento estratégico em que a categoria decide coletivamente quais serão as reivindicações apresentadas à empresa. Tão logo a pauta seja finalizada e aprovada pela base, ela será entregue à Axia Energia, dando início ao processo de negociação do novo acordo coletivo.
Mais do que datas, este calendário representa um chamado à participação ativa. Cada assembleia, cada debate e cada encaminhamento são espaços de construção coletiva e de fortalecimento da luta sindical. A campanha salarial é um processo político, que exige consciência de classe, solidariedade e engajamento permanente.
A unidade entre os sindicatos, o CNE e a base será o principal instrumento para enfrentar os desafios do próximo período. Nenhum direito é garantido sem luta, e nenhuma luta vence sem organização. Por isso, desde já, é fundamental que todos e todas acompanhem o processo, participem das assembleias e fortaleçam seus sindicatos.
A campanha salarial 2026–2028 começa agora. Unidade, organização e mobilização são as chaves para conquistar avanços e defender nossos direitos.
Aprovação do PL no Senado é fruto da luta e mobilização das entidades sindicais
Na terça-feira, 2 de dezembro, o Plenário do Senado Federal aprovou o PL 1791/2019, que assegura o reaproveitamento dos empregados das empresas públicas do setor elétrico desestatizadas — em especial os demitidos após a privatização da Eletrobras. O projeto foi apresentado em 2019 na Câmara pelo então deputado federal Assis Carvalho (PT/PI).
O PL altera a Lei 12.783/2013 para determinar que os trabalhadores desligados em função da privatização sejam realocados em outras empresas públicas ou de economia mista, caso não deseje ou não tenham opção de permanecer na empresa privatizada. A realocação deve garantir atribuições compatíveis, preservação de direitos e manutenção de salários compatíveis com os ocupados anteriormente. O projeto busca preservar a experiência e o conhecimento técnico especializado acumulados pelos trabalhadores — evitando que o setor elétrico perca profissionais qualificados por demissões em massa.
De acordo com a Presidenta da Federação Sul dos Urbanitários (FESUL), Cecy Marimon, a aprovação do PL representa uma vitória “pois trabalhadoras e trabalhadores do grupo Eletrobras sofreram nos últimos anos a privatização e seus efeitos perversos. A empresa, essencial para a manutenção da energia pública no Brasil, foi privatizada no apagar das luzes do governo anterior e a categoria vem sofrendo desde o início das privatizações com demissões, assédio moral, sofrimento mental e insegurança”. Cecy explica que “a aprovação do PL é resultado da luta da categoria, do Coletivo Nacional dos Eletricitários, das Federações de Urbanitários, que encaminharam juntamente com os demais integrantes da categoria esse projeto no Congresso Nacional.”
Além disso, a medida tem forte impacto social: muitas das pessoas demitidas — inclusive técnicos e trabalhadores com longa experiência — poderão retomar sua função no serviço público, o que implica em segurança, preservação de renda e valorização da carreira.
Próximos passos
O PL aprovado deverá ser encaminhado à sanção presidencial e posteriormente será objeto de regulamentação. Cecy explica que “essa regulamentação é que vai estabelecer as regras, critérios, prazos e, muito especialmente, as condições para realocação de trabalhadores e trabalhadoras que sofreram os efeitos da privatização”.
Por fim, Cecy recorda que “a aprovação desse PL diz respeito especialmente a trabalhadoras e trabalhadores das empresas componentes da Eletrobras. Nós éramos aproximadamente 20.000 trabalhadores no grupo Eletrobrás e é para essa categoria que o projeto se destina”.
Com informações da Agência Senado
Após 11 dias de paralisação, os trabalhadores e trabalhadoras da Celesc aprovaram nesta quinta-feira (2/10), em assembleias realizadas em todo o estado, o acordo intermediado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A greve, uma das maiores da última década, demonstrou a capacidade de mobilização da categoria e sua resistência em defesa de direitos.
O acordo garante reajuste salarial pelo INPC, ampliação da gratificação de férias de 23% para 30%, pagamento do vale de janeiro e a recomposição integral das cláusulas financeiras com base no INPC.
A paralisação histórica evidenciou a insatisfação da categoria diante da atual gestão da empresa e do governo estadual, que vêm conduzindo um processo de retirada de direitos e de desestruturação da companhia pública.
Com forte adesão em todas as regiões, a greve reafirmou a solidariedade e o poder de luta dos celesquianos e celesquianas, fortalecendo a unidade em defesa dos direitos e da Celesc pública.
MOVIMENTO SINDICAL E POPULAR LUTAM CONTRA PRIVATIZAÇÃO DE EMPRESAS DE ENERGIA E SANEAMENTO PÚBLICAS
No último dia 14 de novembro o governo de Minas Gerais, na figura do governador
Romeu Zema e de seu vice Mateus Simões (ambos do Partido Novo), anunciaram o
protocolo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) de dois projetos que
visam a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA) e da
Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG). Perguntado sobre o tempo para
aprovação do projeto, Mateus disse que, “estamos confiantes de que a discussão
está madura e que será uma tramitação de semanas ou poucos meses”. Assim como
em Santa Catarina, a privatização da CEMIG e da COPASA precisariam passar por um
referendo popular, porém, em outubro do ano passado o governador Romeu Zema enviou
a ALMG a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 24/23, que retira essa exigência.
Entre fevereiro e maio, o movimento sindical e popular realizou um Plebiscito
Popular onde foram registrados um total de 300 mil votos em todas as regiões de Minas
Gerais. O plebiscito apontou dois importantes resultados, 95% dos 300 mil votos foram
contrários à privatização de estatais mineiras e 98% das pessoas acreditam ainda que
necessidade de referendos antes de privatizações deve seguir na constituição mineira.
“O mais fundamental foi ter dialogado com a população, já que o governador não aceita
nem mesmo a prerrogativa da Constituição mineira de que o povo deve ser ouvido.
Nós denunciamos quem é esse governador, que precariza e desvaloriza o patrimônio
público”, relata Lízian Martins, que ajudou a organizar a consulta na região do Vale do
Jequitinhonha.
Devido à urgência, os movimentos sindicais das categorias de energia e saneamento
em MG se mobilizaram e convocaram uma audiência no dia 22 de novembro para
apresentar uma proposta contra a tentativa de privatização do governo. A ideia foi
apresentada pela militante do Levante Popular da Juventude, Sabrina Moreira Santos,
e reforçada pelo autor do requerimento para a realização da reunião, deputado Leleco
Pimentel (PT). “Se precisar, vamos atrás de cada uma dessas 300 mil pessoas para
mobilizar contra a privatização”, sugeriu a militante ao se referir aos que participaram
do Plebiscito Popular em Defesa das Estatais de Minas Gerais. “Trezentos mil contra
a privatização nas ruas”, enfatizou Leleco Pimentel. Na audiência, foi citado por vários
participantes o resultado do plebiscito realizado pelos movimentos sociais, que apontou
que 95% dos 300 mil consultados são contra a privatização das empresas estaduais.
O plebiscito envolveu cerca de 500 organizações não governamentais na coleta dos
dados.
O coordenador geral do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria
Elétrica de MG (Sindieletro), Emerson Andrada, afirma que a Cemig é mais do que uma
estatal. “Ela representa milhares de empregos, investimentos em projetos sociais e,
acima de tudo, a garantia de acesso a uma energia limpa e sustentável, que impulsiona
o desenvolvimento da sociedade mineira. Essa companhia, a Cemig, é construída e
mantida com esforço e o recurso do povo mineiro”, alega ele. Andrada ainda aponta
que a privatização penalizaria os consumidores. “Nós não podemos ignorar que a
privatização tem como objetivo principal aumentar o lucro, o que frequentemente acaba
penalizando o consumidor, com tarifas elevadas, e com atendimento que deixa a maior
parte da população desassistida”.
Vale ressaltar que o governador Romeu Zema esteve com Jorginho Mello em
Florianópolis no dia 21 deste mês para a reunião do Consórcio de Integração Sul e
Sudeste. Teriam ali discutido como Jorginho poderia privatizar a Celesc?
Estão abertas as inscrições para o concurso Foto Grafando a Trabalhadora e o Trabalhador.
Qual o objetivo? O objetivo do concurso é estimular a arte de fotografar, propiciando às pessoas participantes uma reflexão sobre as várias faces do trabalho, apresentando uma visão do cotidiano das trabalhadoras e trabalhadores.
Qual o tema? Trabalhadoras e trabalhadores, desenvolvendo seu trabalho, seja ele na rua, nas empresas ou em qualquer situação que revele a força do trabalho em nosso cotidiano.
Quem pode se inscrever? Eletricitárias e eletricitários, próprios, terceiros e aposentados (Celesc, CGTEletrosul, Engie, Cerej, CSC, Statkraft, AXS, São Sebastião, Foz de Chapecó e funcionárias, funcionários e estagiárias do Sinergia, extensivo a familiares (cônjuges e filhos, exclusivamente).
Parte das fotos selecionadas farão parte do calendário 2024 do Sinergia.
Inscrições até 25 de outubro de 2023.
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É assim que o Sinergia, nos seus mais de 32 anos de Ação Cultural, vem provocando o exercício crítico e criativo, possibilitando espaços que resgatem, preservem e criem novos laços de solidariedade onde o ser humano se sobreponha a todas as coisas.
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